quinta-feira, 19 de maio de 2011

Em Outubro, nunca se sabe


Os dois acercados no quarto escondido.Num Outubro fugidio.Meia luz, luz ténue.
Noite, fim de tarde?
Talvez, em Outubro nunca se sabe.
Sorrimos...blá,blá,blá de circunstancia.
Tu de vestido laranja, sem sutia, mamilos erectus, em tecido fino espetados. Eu de calça, tee-shirt sem alça.
Um scotch de dois dedos, em duas pedras de gelo perdidas no imenso copo que me deste.
Tu de joelhos finos e delicados. Meu olhar de insaciado.
Devorava mentalmente, teu corpo em tão fina postura. Tu torcias ponta do vestido em mãoos nervosas.
De subito, teu perfuma invadia o ar,não tinha como negar...estavamos ali.
Um disco na memoria, uma voz ecoando,perdidamente no teu afago. -Beija-me
-Porque?
-Agora
-Mas...
-Anda..
alsa que cai, seios revelados.Lindos e perfeitos
-Beija-me?
-Onde
-Descobre
-aì?
-morde
Sedento como se fosse vagabundo num deserto. perdido entro no jogo dela, abrindo calças:
-Tua mão aqui
-onde?- diz ela
-descobre.
-Duro...
-Não morde...
Uma mao na camisa outra dentro do vestido..
-Tira
-ok
-agora
-já
-Anda
-está
-siiimmm
-bom
-uff
-ah?
-forte
-posso?
-vem
E fui nesse fim de tarde, ou incio de noite
Em Outubro nunca se sabe...

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